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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Melinyes Ilphelkiir (Eryn)


Raça: Elfa do Sol / Classe: Paladina / Gênero: Feminino
Alinhamento: Leal e Bom / Altura: 1,70 m / Peso: 50 kg
Pele: Clara / Cabelos: Pretos / Olhos: Pretos

Background: Nobre
Traços de Personalidade: Eu não gosto de sujar minhas mãos, e eu não vou ser pego em acomodações inadequadas.
Ideal: Responsabilidade. É o meu dever respeitar a autoridade daqueles acima de mim, assim como aqueles abaixo de mim devem me respeitar. (Leal)
Laço: Minha lealdade ao meu soberano é inabalável.
Falha: Eu secretamente acredito que todos estão abaixo de mim.



Primeira e ultima filha de Adriel e Galinndan, Rainha e Rei do vale esquecido de Hendulyar, um reino pacífico, ensolarado e próspero.
Adriel e Galinndan pensavam que nunca poderiam ter filhos, já se aproximavam dos 600 anos.
Após muito pensarem, decidiram, mesmo correndo risco de serem exterminados, viajar até o reino dos Elfos Negros (Drow).
La eles fizeram um acordo, a Deusa aranha Lolth lhes daria um filho em troca da estimada relíquia pedra do Sol do Reino de Hendulyar.
Como Lolth havia previsto, depois de exatamente 60 luas Eryn vem como um presente do céu, na noite mais clara pouco antes da aurora. Uma doce e meiga princesa de olhos e cabelos negros como o céu na noite em que nasceu. Sua pele não era dourada como os outros , era prateada quase branca e sob a luz do luar refletia multicores.
A princesa cresceu e foi educada nas mais diversas artes desde fiar, até magia, arcos e espadas, música e poesia.
Ao completar 90 anos élficos, em uma noite tão escura quanto a noite em que nasceu, em um sonho ela viu a Deusa Lolth vindo ao seu encontro para levar o bem mais precioso do seu reino, a pedra do sol.
A Rainha Adriel e o Rei Gallinndan, sabendo das intenções* da Deusa, colocaram a pedra em um lindo colar e na descrição dizia:

Melinyë tirië hendulyar silina írë lálalyë
Eu amo observar seus olhos quando você sorri.

Para que Eryn nunca deixasse de sorrir.
Eryn teve que deixar seu reino para proteger a pedra do Sol, talvez para sempre e precocemente escolheu um nome de elfo adulto para esconder a sua verdadeira identidade**. Melinyes, para que sempre se lembre e para que todos que pronunciem seu nome façam tributo aos seus pais.
Seu sobrenome ela não revela a ninguém, mas na língua comum não se importa que a chamem de Melinyes, a pétala preciosa***.


*Lolth quer unir a pedra da lua com a pedra do sol e assim dominar todos os elfos.
**Os Elfos mudam de nome na idade adulta mais ou menos 100 anos, Eryn mudou de nome com 90.
*** Ilphelkiir significa pétala preciosa, nome da família de Eryn que combinou muito bem com o suave tom pratinado da sua pele.

Depois do acordo entre o Rei Gallindan e a deusa Lolth e pouco antes de Eryn nascer, Adriel temendo pela vida do seu futuro bebê reza para Sehanine.
Sehanine entende a aflição desses pais e abençoa a criança juntamente com Corellon. Sehanine dá para a criança seus cabelos escuros e Corellon a pele branca dos Eladrin, dessa forma seria mais difícil para Lolth a encontrar.
A criança nasce e pouco antes da aurora na noite em que lua brilha cheia no céu e é chamada Eryn.

A deusa adorada por Eryn é Sehanine, deusa da lua.
Logo apos o início de sua jornada quando Melynies estava em transe sob um Carvalho numa noite de lua cheia ela sonhou com um lindo caminho ensolarado. O Sol brilhava forte, nesse instante a lua aparece e unida ao sol fazem com que Lolth se desintegre e o pó é varrido da estrada por um vento suave e refrescante.
Quando olhou novamente para o Eclipse Solar ela viu Sehanine e Corellon felizes de mãos dadas.
Foi assim que a sua vida ganhou um sentido, ela seria Paladina, buscaria a justiça, a paz e o fim das malignidades.

********************************
Uma história antes da história
Eladrin é o nome dado a uma raça que deu origem ao primeiros elfos e aos Drow.
Os Elfos são divididos em Elfos do ar, Elfos do mar e Elfos da Terra. Melinyes faz parte de um clã de Elfos da Terra. Os elfos do ar são muito raros e ninguém os vê a milênios.
Há aproximadamente 1 milha ao norte de Hendulyar há uma floresta muito antiga que sobrevive desde os primórdios do tempo chamada Lothlorien. Nos reconditos mais profundos de Lothrorien o véu entre a Agréstia das fadas e o mundo natural é extremamente fino. E é nesse lugar que alguns Eladrin se refugiaram logo após a queda de Lolth.
No início entre os deuses haviam os deuses Moradin, Pelor e Bahamut que ensinaram seus seguidores o nobre caminho da lei e do bem. E havia os deuses Corellon e as irmãs Sehanine e Lolth que guiavam a raça dos Eladrin. Corellon ensinou a amar a beleza e saborear a vida, Sehanine os ensinou a encontrar seus próprios caminhos e Lolth os ensinou a colocar suas próprias metas acima de todos e não parar diante de coisa alguma.
Os Eladrin não eram de uma raça boa ou má, mas faziam conforme lhes desse prazer atitudes boas ou más.
Sehanine, a deusa da lua cheia tinha pele clara e cabelos escuros e Lolth tinha a pele escura e cabelos claros.
Lolth começou a marcar seus prediletos dando a eles a sua coloração. Esses Eladrins escuros começaram a seu auto denominar Drow.
Apesar das diferenças ideológicas entre os Eladrin eles viviam em harmonia. Até que Lolth liderou uma batalha contra os outros deuses, pois acreditava que os seus escolhidos eram superiores e eles deveriam governar. Isso resultou em um conflito.
Ao final do conflito Lolth juntamente com os Drows foram banidos para os locais escuros do mundo.
Os Eladrin que viviam na divisa entre a Agrestia das fadas e o mundo natural tiveram que escolher ou um ou outro. Aqueles que escolheram o mundo natural foram chamados Elfos e foi assim que os Eladrin deram origem aos Elfos e aos Drows.
Corellon escolheu ficar ao lado dos Eladrin e Sehanine ao lado dos Elfos e para que nunca mais houvessem conflitos Sehanine e Corellon criaram as pedras do Sol e da Lua. Corellon presenteou os Eladrin com a Pedra do Sol e Sehanine os Elfos com a Pedra da Lua.
A pedra da Lua foi passada de geração em geração entre os Elfos (a família detentora da pedra se auto denominava Elfos da Lua). E a pedra do Sol entre os Eladrin.
Muito tempo depois da divisão das Raças, no reino dos Eladrin que fica na floresta de Lothrórien havia um jovem Eladrin que gostava de aventuras e sempre que podia atravessava o véu dos mundos para ver as belezas da Floresta no mundo natural.
Certo dia enquanto observava de longe um belo cervo, o Eladrin foi atingido por uma flecha no seu ombro esquerdo e ao olhar viu uma linda elfa correndo em sua direção.
Essa Elfa chamava-se Anaharae. Ela havia atirado em Gallinndan pensando que ele fosse um espião de Lolth.
Levou-o até seu pai, o Rei de Hendulyar, Elendag.
A flecha foi retirada e fizeram todos os esforços para salvar aquele estranho "Elfo".
No reino de Hendulyar pensava-se que os Eladrin não existiam mais, poucos anciões acreditavam ou sabiam do Reino Eladrin na Floresta de Lothrorien, por isso ninguém sequer suspeitou que Gallinndan fosse Eladrin.
Gallindan se recuperou e a sua presença não passava despercebida aos olhos da princesa que era correspondida, mas Gallindan tinha que partir. Pouco antes de ir, conversou com o Rei e prometeu que traria a joia mais preciosa que encontrasse de presente para Hendulyar em troca da mão da princesa.
Gallinndan voltou para a sua terra, mas ao chegar não foi bem recebido. Por ter desobedecido a proibição de atravessar o véu. Haviam rumores, que foram confirmados, que haviam espiões na floresta, Fomorians, buscando a entrada para a Agréstia das Fadas.
Os Fomorians são criaturas que se uniram aos Drows para destruir os Eladrin.
E foi um Fomorian que Anaharae pensou ter visto quando atingiu Gallindan no ombro.
Devido a presença de Fomorians na floresta o Conselho de Feywild decidiu proibir a passagem pelo véu dos mundos e estavam encontrando uma forma de fechá-lo.
Gallindan foi punido a permanecer de guarda na sala do conselho até que eles encontrassem uma solução.
Naquela noite seu irmão recebeu a pedra do sol de presente de seu pai para manter a tradição.
Pouco antes do nascer do Sol, Gallindan se reuniu com seu irmão e pediu para seu irmão lhe ajudar. Immeral tirou seu anel e o deu a Gallindan. Uma joia poderosa que fazia o seu detentor saber as reais intenções dos seres ao seu redor.
Gallindan ficou extremamente grato pelo presente e feliz ao pensar na possibilidade de rever sua amada.
Depois disso ficaram conversando e caminhando por Feiwild.
Quase ao anoitecer, Gallindan que já estava preparado para partir para o mundo natural se despede de seu irmão. Nesse momento sem que nenhum dos dois perceba surge um Fomorian e os ataca. Não houve tempo para reação. Gallindan desfere um golpe certeiro no Fomorian que cai morto, mas Immeral já tinha sido ferido e pouco antes de morrer pede para Gallindan proteger a pedra do Sol. Gallinndan a pega e atravessa o veu dos mundos mundos que se fecha para sempre.
Corellon e Sehanine que observam tudo sem poder interferir criam o Eclipse Solar, temendo que os Eladrin guerreassem contra os Elfos, de uma forma que sua energia mantesse a harmonia entre as duas raças.
Gallinndan presenteou o reino de Hendulyar com o anel e mantém segredo sobre a pedra do Sol.
Naquele dia e em todos os outros em que o Eclipse Solar aparece no céu Eladrins e Elfos se entristecem sem motivo aparente, mas ao mesmo tempo renovam suas energias em busca da paz e harmonia.
Lolth se enfurece e tentando ocultar o poder de Sehanine para um dia destruí-la, cria o Eclipse Lunar.
Gallindan era o bisavô de Melinyes. Seu pai ganhou o mesmo nome em homenagem. A pedra do Sol foi passada secretamente de pai para filho.

Velimir (Uldkrom Hrubym)


Raça: Hobgoblin / Classe: Mago / Gênero: Masculino
Alinhamento: Neutro e Bom / Altura: 1,78 m / Peso: 88 kg
Pele: Vermelho Pálido / Cabelos: Pretos / Olhos: Laranja Claro

Background: Sábio
Traços de Personalidade: Eu costumo ajudar os outros, pacientemente explico tudo quantas vezes forem necessárias. Eu voluntariamente escuto cada lado e seus argumentos antes de tomar uma decisão final.
Ideal: Logica. Emoções não devem nublar seu pensamento lógico. (Leal)
Laço: Eu venho procurando a minha vida inteira pela resposta de uma certa questão.
Falha: Eu me distraio facilmente com a promessa de informação.


. Cerca de um milênio atrás, após vencer um Nilbog em um jogo de azar, Helgrik Drughen adquiriu uma inestimada fortuna em peças de cobre e eletrum, porém, por ser um hobgoblin, ele conhecia muito bem os goblins e sabia que o Nilbog iria dar um jeito de o passar a perna, então subitamente ele se pôs de pé em frente ao Nilbog e o esmagou sem escrupulo algum. Porém, o que ele não sabia era que durante o jogo, o Nilbog já havia jogado uma maldição na mesa que estava sendo decidida pelas cartas e dados.
"Todo o terceiro filho do braço direito do segundo tenente-coronel de cada geração que venha a nascer no primeiro ano de cada década se tornará o mais belo e bondoso de todos os hobgoblins de seu grupo."
. O ano era 4970, Urlut voltava de seu treinamento matinal em direção ao templo de Nomog-Geaya enquanto carregava Eklin e Gudrad apoiados em seus ombros. Ao entrar no templo, ele viu o que os boatos diziam ser mais nova aprendiz da clériga Cemgolda, era uma hobgoblin de pele vermelha-esverdeada com manchas marrons desformes por todo o corpo, cabelos negros em dreads longos e mal cuidados e olhos terrivelmente amarelos. Sem pensar duas vezes, ele jogou seus colegas no chão e foi puxar conversa com aquela mulher de seus sonhos.
. 4971, Urlut e Vustafmi caminhavam sobre o campo de batalha ao lado de Pekhud, Proldrem e Daykim. Os cinco causavam caos e discórdia aos inimigos, eram um grupo inderrotável dos mais poderosos guerreiros. Pekhud era o tenente-coronel e o guerreiro invicto, Proldrem era o major e o bárbaro de malho de goblin, Urlut era o capitão e o paladino leal maligno exemplar, Daykim era uma tenente e a guerreira de três espadas e Vustafmi era a outra tenente e protegia seus aliados enquanto queimava seus inimigos.
. Quatro anos no futuro, Urlut e Vustafmi estavam casados e já tinham um filho. Urlut foi promovido depois que Proldrem tomou o lugar de Pekhud que havia desaparecido em ação. No ano seguinte, Urlut havia se tornado o melhor estrategista de combate, aconselhando seu superior, enquanto em combate, ao lado de Proldrem e Daykim eles dominavam territórios sem qualquer dificuldade. Vustafmi ficava na cidade treinando os futuros exércitos por cuidando do segundo filho.
. Anos depois, agora em 4980, o casal tinha acabado de ter mais um filho, Uldkrom. Nessa época, seus irmãos já tinham 8 e 5 anos, e por isso ele cresceu tendo ótimos exemplos para admirar...
. Bem... Pelo menos essa é a história que queriam que eu seguisse...
. Obviamente, eu fui treinado na arte da guerra por conta de minha linhagem, mas boa parte do tempo eu passava lendo os livros que meus pais saqueavam, e desde pequeno eu sempre tive curiosidade pela sociedade humana.
. Em uma de minhas primeiras incursões, nós encontramos uma biblioteca abandonada e fizemos nossa base temporária lá dentro por ficar perto de uma vila que iríamos atacar quando a lua estivesse começando a se por. E assim foi, desfizemos o acampamento e matamos a sangue frio os aldeões de lá. Eu não gostava disso, mas eu tinha que seguir o exemplo dos meus irmãos mais velhos. 
. Só que... Eu acabei me interessando por aquela biblioteca, eu a marquei em meu mapa e passei a voltar para lá sempre que eu podia, às vezes deixando até de treinar ou atacar junto de meu batalhão.
. Eu passava horas e horas lendo naquela biblioteca, os livros me despertaram uma imensa sede de conhecimento. Tudo parecia tão novo pra mim, os livros me ensinavam coisas que o combate não ensinava, os livros eram silenciosos, eles não gritavam ou sangravam, era reconfortante estar ali sozinho. Eu aprendi muito sobre a sociedade de fora, como viviam os anões, o que faziam os elfos, a história dos humanos... Era tudo fascinante! Mas o que realmente me levou a estudar, foi buscar a resposta para uma pergunta que eu havia lido em um livro... "Se nós adquirissemos a riqueza do conhecimento e descobríssemos a verdadeira verdade do mundo, o que nós faríamos com tal conhecimento e qual seria o preço para adquirí-lo?"
. Mas acima de tudo, o que mais me interessava eram os contos de grandes magos. Eles faziam meteoros chover dos céus, eles acalmavam dragões para ter conversas diplomáticas com eles, transformavam cidades de pedra em ouro... Comecei a estudar os livros confusos de anotações de inúmeros magos, praticando os movimentos de mãos de Stephen Vincent, as palavras impronunciáveis de Howard Phillips, e estudando os materiais de Nicholas Flamel, e depois de semanas de treinamento intensivo eu fui capaz de conjurar minha primeira magia, Mãos Mágicas.
. A partir daí isso só aumentou mais e mais minha sede de conhecimento, eu lia e re-lia todos os livros de conjuradores, reais ou não. Eu pegava pergaminhos vazios e fazia anotações minhas, eu juntava pedaços velhos de madeira para testar efeitos mágicos. As primeiras magias que eu aprendi foram, por ordem, Mãos Mágicas, Ilusão Menor, Prestidigitação, Detectar Magia, Identificação, Convocar Familiar, Disfarçar-se, Raio Adoecente e Mísseis Mágicos. Minhas primeiras magias ainda estariam em pergaminhos na biblioteca se ela não tivesse sido queimada pelo meu irmão mais velho.
Um dia, fazia um tempo que eu não participava do treinamento, e meu irmão me seguiu para ver onde eu estava indo. Enquanto eu praticava minhas magias, eu ouvi a voz de desaprovação de Drokhen, eu perguntei o que ele fazia ali, mas ele apenas me olhou como se estivesse com dó de mim e jogou uma tocha acesa na estante mais próxima antes dele sumir. Eu tentei apagar o fogo, mas folhas velhas queimavam com muita facilidade. Eu só tive tempo de guardar alguns livros e os pergaminhos com minhas anotações reservas debaixo de algumas pedras, e até hoje eu não voltei mais lá. Eu saí correndo com um porta pergaminhos e minhas anotações mais recentes dentro dele.
Quando eu saí de lá e voltei para casa, apenas meu irmão estava me esperando. Ele me disse que estava desapontado, mas que não iria falar nada para ninguém, existem magos de guerra entre os hobgoblins, mas na nossa família nunca houve um, então ele pediu para que eu fingisse não saber magia e continuasse praticando apenas com a espada. Com medo de retaliação, eu concordei. E pelos próximos três anos, o único contato que eu tive com magia fora de períodos de guerra foram meus pergaminhos velhos que eu podia apenas ler...
. 5001, eu havia me tornado um exímio combatente. Estávamos prontos para sair em mais uma incursão para tomar uma grande cidade. Drokhen, o mais velho de nós três liderou o batalhão oeste e Ketruk, o do meio, junto de mim, fomos juntos do batalhão sul... Até hoje eu nunca vou me esquecer da derrota que nosso batalhão sofreu. O combate parecia 1 por 1, para cada inimigo que caía, um nosso caía junto. Foi completamente diferente do que esperávamos, sempre pisoteamos nossos inimigos sem dificuldade... Meu irmão Ketruk parecia desesperado e tomado por fúria, eu nunca havia o visto daquele jeito, ele girava sua espada como a roda de uma carroça, mas isso não evitava com que ele sofresse ataques, eu caído no chão ficava impressionado com sua força, mas chegou um ponto em que ele foi obrigado e cair de joelhos e ser finalmente derrubado por uma maça que no mínimo quebrou seu ombro esquerdo. A última visão que eu tive foi a do meu irmão sangrando na minha frente e dezenas de nossos colegas caídos à nossa volta... Eu sussurrei para mim mesmo: "É isso que eu quero? É realmente assim que eu quero viver e morrer?", a criatura que empunhava a maça veio então em minha direção, parou por alguns estantes, eu segurei minha respiração esperando que aqueles fossem meus últimos momentos... Mas eu vi a mão dele se estendendo para mim antes que eu apagasse.
. Um ano depois, eu estava ao lado de Bozhidar, o guerreiro da maça havia me salvado, ele havia me mostrado como era viver junto de humanos. Eu não precisava ser agressivo, eu não precisava tomar territórios, as manhãs das cidades eram cheias de mercantes e bardos, não cheias de gritos de guerra... Os humanos claramente não gostavam de mim, eles sabia que os hobgoblins eram criaturas vis, mas por causa do tempo que eu havia passado ao lado de Bozhidar, eu aprendi a sempre ver o lado bom das coisas, eu sempre mantinha a calma e tentava me apresentar. Às vezes era exatamente como eu tinha lido, os humanos começam estranhando mas acabam se acostumando com você, eles realmente são capazes de adaptarem com muita facilidade. E eu não sei se era porque Bozhidar era bonito e fazia tudo ao redor dele parecer bonito também, mas algumas mulheres diziam que eu era até que bonito para um hobgoblin... 
. Eu aprendi muito sobre a humanidade junto de Bozhidar. Nosso grupo atual consistia de Theobald, Agnes e Louis. Nós saíamos em busca de missões em que pudéssemos ajudar pessoas, às vezes em troca de um pouco de ouro, mas nunca era nossa intenção. Foi uma boa época da minha vida, eu confiava neles com minha vida e eles diziam confiar a deles em mim. Um dia eu decidi contar minha origem, e recebi um olhar de aprovação vindo de Bozhidar, então cada um começou a contar sua origem... 
. Theobald era filho de um anão com uma humana e foi treinado a vida toda para ser herdeiro da guilda de artesões de seu pai, mas ele queria liberdade, até que um dia um homem chegou oferecendo 1000 peças de platina para comprar a guilda, o pai de Theobald vendeu sem pensar duas vezes, então o homem entregou a escritura para Theobald e disse "Faça o que quiser com ela.", então Theobald pediu que seu irmão mais novo cuidasse muito bem da guilda e decidiu partir junto do homem para as aventuras que ele prometia, a liberdade tão desejada, e quando terminou de explicar, ele se virou para Bozhidar, agradecendo pelo o que ele havia feito.
. Agnes estava perdida na floresta, fazia dias que sua mãe havia a deixado lá, ninguém disse nada, mas nós haviamos entendidos que sua mãe humana era pobre e não tinha condições de cuidar dela e que seu pai elfo havia sumido. Bozhidar e Theobald estavam em uma missão de procurar a origem do som de choros que vinham de floresta até encontrar a jovem que andava descalça e soluçando o choro... E em dois anos ela havia se tornado uma exímia batedora.
. E bem... Louis não tinha muito a esconder. "Ei, você é o famoso Bozhidar? Posso me juntar ao seu grupo?" um coisa levou a outra e trinta e oito cervejas depois, eles haviam roubado uma cabra e transformado ela em uma cabra gigante com um cajado que pegaram de uma galinha preta e montado na cabra para a procissão do casamento com uma bruxa da noite em um forte...
. Depois de contarmos nossas histórias, Louis disse que seria melhor conversar com minnha família e falar que eu troquei de vida. Eu não queria, mas depois de muita insistência e dezesseis cervejas depois nós partimos para a minha casa. Foi quase um mês de viagem, e um dia antes de chegarmos eles ficaram para trás porque sabiam que invadir uma cidadela de hobgoblins não seria muito inteligente.
. Meus pais e Ketruk (que estava extremamente ferido por causa da batalha, ele não conseguia mexer seu braço esquerdo e andava mancando) me receberam muito bem, estavam preocupados e perguntaram o que eu fiz por todo esse tempo... E depois de explicar, eles só ficaram em silêncio, alguns segundos de silêncio se passaram e meu pai disse para mim pegar tudo o que eu precisasse do meu quarto, e que esse seria o último dia que ele gostaria de me ver, a partir de hoje eu estava expulso da família e seria um inimigo na próxima vez que o visse.
Fui até meu quarto, pegando apenas minhas anotações. De volta a sala de estar, eu agradeci apenas por respeito e parti para nunca mais vê-los... Mas ao sair da mansão, no caminho de volta eu encontrei com o mais velho dos meus irmãos, Drokhen. Ainda com desaprovação, ele disse que entendia o caminho que eu havia escolhido e não me faria seu inimigo, mas nem por isso eu seria seu aliado. E com um aperto de mão e um abraço nos despedimos.
. E três anos depois, em 5006, nós todos tinhamos dormido em uma taverna, porém, ao acordar nenhum de nós vimos o Bozhidar. Nem seus equipamentos ou seu cavalo branco e preto. O taverneiro não conhecia ninguém com esse nome ou aparência... Era como se ele tivesse simplesmente desaparecido... Ficamos juntos por mais um mês procurando por ele, até que decidimos finamente parar. Cada um de nós disse que iria seguir seu caminho e dissemos como cada um poderia nos encontrar. Nos juntamos para procurar um feiticeiro que pudesse transformar a magia Sending em pergaminho, foi caro, mas cada um de nós deixou um pergaminho de Sending fixo em lugares específicos. Para contatar Theobald, o pergaminho de Sending direcionado a ele estaria debaixo da estátua de cavalo no topo do telhado da guilda de seu irmão em Diyun. Para contatar Agnis, o pergaminho direcionado a ela estaria dentro da árvore que fica em cima da pedra de ritual no centro do Grande Lago. Para contatar Louis era so pedir um conhaque 13 na taverna O Unicórnio e o Dragão e o pergaminho viria dentro da garrafa. Para me contatar, o pergaminho direcionado a mim estaria no teto da caverna que fica atrás da cachoeira do rio Gorodrun.
Depois disso, cada um seguiu seu caminho...
. Pelos próximos dois anos eu andei sozinho, aprendendo a lidar com a ignorância dos humanos. Mas sempre mantive minha educação e postura, mesmo sendo acusado de crimes que não cometi e sendo expulso de lugares por conta de minha aparência. Como eu passava muito tempo debaixo da chuva, eu acabei mudando meus pergaminhos de magia por pedras com runas inscritas. Usando um pequeno truque alquímico, eu as transformo em argila, coloco os componentes das magias dentro, fecho e inscrevo uma runa, para depois então transformá-las de volta em pedras mágicas. Peguei o costume de ter algumas reservas depois de perder algumas delas algumas vezes. Eu tenho um "tomo" extra escondido em Ashenport, Mistwatch e Luccini.
. Algum tempo atrás eu me encontrei com um grupo de pessoas.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch

Raça: Gnomo da Floresta Classe: Ladino - Feiticeiro
Gênero: Masculino

Alinhamento: Leal e Bom Altura: 70 centímetros Peso: 15 quilos
Pele: Cor de Árvore [?] Cabelos: Noz Moscada Olhos: Chartreuse

Background:
Herdeiro: Você é um nobre que herdou um item importante de sua família.
Traços de Personalidade: Minha lisonja eloqüente faz com que todos com quem falo se sentirem a pessoa mais maravilhosa do mundo e apesar de minha linhagem nobre, eu não me coloco acima dos outros. Todos temos o mesmo sangue.
Ideal: Independência. Eu devo provar que eu consigo cuidar de mim mesmo sem a ajuda de minha família.
Laço: As pessoas devem me ver como um herói da nação.
Falha: Eu escondo um segredo verdadeiramente escandaloso que poderia arruinar minha família para sempre.

Desde os tempos primórdios, a família Oomtrowl teve seus filhos durante uma tempestade de relâmpagos no verão enquanto um druida usa druidcraft na mãe. E não foi diferentes com Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch. Filho de feiticeiro Nymop Oomtrowl e Gaallii Oomtrowl Frumblesnatch, cresceu em uma família rica em Barsella devido a herença de feiticeiros.
Certo dia, durante uma reunião de negócios em Hereward, ele ouviu uma canção de um feiticeiro que conseguiu escapar de três gigantes em fúria usando apenas suas magias. Encantado, ele desceu as torres junto de seu guarda-costas Marcão Costagrossa e sentou no colo do Marcão para ouvir as histórias do bardo. Algumas horas depois, ele já tinha ouvido sobre Balasar Wyrm, "O olho de Bahamut", Thorin Fireforge, "O martelo indestrutível de Moradim", Arthanis Alode'Dwa, "A última e mais bela elfa da lua e mais mortal caçadora" acompanhada de Gaulyn, uma ursa armadurada até os dentes, Teron Waalan, "O controlador do Caos". Todos os cinco formavam a atual Companhia do Dragão!
-- Cinco? Mas e o último membro? O mais belo e poderoso dos bardos? De cabelos loiros sedosos esvoaçantes e olhos que reluzem paixão?! -- Perguntou Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch.
O bardo notou que aparentemente os pais do pequeno Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch estavam ali atrás, ele apenas acenou com o chapéu, recebeu suas moedas de ouro e se abaixou para o garoto, levantando seu chapéu ele mostrou seu rosto apenas para o garoto e seu guarda-costas e fez um "Shh". Se levantou e foi em direção ao cais, devia partir. Ambos Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch e Marcão Costagrossa ficaram surpresos com aquela cena.
Alguns dias depois disso, durante uma noite onde Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch não conseguia dormir por conta das histórias que o bardo havia contado, morria de vontade de ter aventuras fantabulosas com aquelas! Se levantou, arrumou suas coisas e quando estava saindo de seu quarto, seu macaquinho de estimação acordou e perguntou onde estava indo. O pequeno Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch estava fugindo de casa, só ia passar pelo salão onde seu pai guardava os tesouros da família para pegar um item específico e iria embora. Marqis Hardenbaq se propôs a ir junto, e minutos depois já estava fora de casa.
Chegando no cais de Barsella, Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch procurou por algum navio e disse que iria se juntar à eles, o capitão não pensou duas vezes antes de aceitar o garoto. E devido à sua inteligência, ele foi capaz de aprender rapidamente sobre tudo o que lhe ensinaram. E um mês depois, depois de ter passado por várias cidades e passado ainda mais tempo no mar, Wimbledom Oomtrowl Frumblesnatch decide seguir caminho em terra para encontrar a famosa Companhia do Dragão!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Teron - O Feiticeiro Errante

Raça: Humano / Classe: Feiticeiro / Gênero: Masculino
Alinhamento: Caótico e Neutro / Altura: 1,88m / Peso: 90kg
Pele: Negra / Cabelos: Dreads pretos / Olhos: Castanhos



Background: Sábio
Eu procuro conhecimento para desvendar cada vez mais os mistérios do mundo.
Personality Traits: Nada é Melhor para Mim do que um bom mistério. Eu já li todos os livros das grandes bibliotecas – ou gosto de me vangloriar e dizer que li.
Ideal: Nada pode apaziguar a possibilidade infinita de toda a existência.
Bond: Eu venho procurando a vida inteira pela resposta de certa questão.
Flaws: Eu falo sem antes pensar em minhas palavras, invariavelmente insultando outros.




. Desde muito cedo, Teron Waalan sempre foi visitar a biblioteca de Greenstone, por ser de uma família muito pobre, sempre se escondia em um canto para não arranjar problemas com bibliotecários e pessoas da cidade. Viu seu pai morrer de tanto trabalhar como um pedreiro auxiliar para construir muros e proteções, e jurou a si mesmo que jamais morreria como ele, jogado na sarjeta até que alguém da família o reconhecesse, tinha 3 irmãos mais velhos e duas mais novas, quando o pai morreu. Teron tinha apenas 12 anos. A guilda permitiu que os irmãos mais velhos trabalhassem e ele sempre teve uma relação difícil com os três, Teron não puxara o lado forte da família, somente a altura, o real interesse de Teron sempre fora os livros e os mistérios seculares que eles escondiam.
. Já aos 17 anos quando toda a família se reunia em casa, um grande barulho de comoção podia ser ouvido fora das paredes finas do barraco de poucos cômodos, ao saírem para a rua, ele, seus irmãos e sua mãe puderam ver uma enorme luz branca, cintilando na cidade, os irmãos mais velhos e a mãe começaram a andar em direção a luz, seduzidos por ela, ele mandou que as irmãs menores entrassem e desesperado começa a chamar por seus irmãos e mãe, para que voltassem, sua intuição queimava dizendo que aquilo não era normal, a luz branca oscila e um barulho ensurdecedor, a ultima coisa que Teron consegue se lembrar é da mãe sendo atingida pela maioria dos fragmentos que deveriam ter atingido ele.
. Teron acorda um mês depois, com grande parte do seu lado direito com cicatrizes de um branco cintilante, que pulsava, com o seu despertar coisas estranhas começam a acontecer a sua volta. Sem a presença da família em lugar que pudesse encontrar, mesmo procurando por boatos parecia que eles eram invisíveis, sem saber se estavam vivos ou mortos Teron segue para descobrir o que havia acontecido com ele e naquele dia e o que eram os simbolos do bloco de terra que ele havia achado no local, quando foi visita-lo posteriormente.
. Escolhe pesquisar em diversas bibliotecas conhecidas e em diversos lugares e em três anos e meio, peregrinando e buscando por respostas a unica coisa que ele sabe, é que o dia que causa pesadelos a ele ainda é um mistério, mas é a causa para que ele seja tocado pela magia selvagem.
. Teron desde que perdeu seu lar sempre foi um nômade, com isso nesses 3 anos viajando entre um lugar e outro e lendo quase tudo que poderia ser lido, ele se envolveu em poucos e raros combates, no entanto ao se envolver com a Companhia do Dragão as coisas mudaram!
. Abaixo segue um breve roteiro das viagens e em que região estava Teron, durante determinado período e quando o seu aniversario ocorre:

Aniversario: Mês de Hammer dia 01: 5005 (18) 5006 (19) 5007 (20) 5008 (21)
-Freeport (Eleasias mês 08 5004 – até Nightal mês 12 5004)
-Ashenport (Hammer mês 01 5005 – até Tarsakh mês 04 5005)
-Diyun (Mirtul mês 05 5005 – até Uktar mês 11 5005)
-Redwall (Nightal mês 12 5005 – até Alturiak mês 02 5006)
-Blackwall (Flamerule mês 07 5006 – até Ches mês 03 5006)
-Phandalin (Eleasias mês 08 5006 – até Uktar mês 11 5006)
-Stormreach (Nightal mês 12 5006 – até Mirtul mês 05 5007)
-Hereward (Kythorn mês 06 5007 - até Marpenoth mês 10 5007)
-Hidrofe Lea (Uktar mês 11 5007 – até Alturiak mês 02 5008)

domingo, 18 de dezembro de 2016

Irilath - o Bruxo Impuro

Raça: Tiefling / Classe: Warlock / Gênero: Masculino
Alinhamento: True Neutral / Altura: 1,83m / Peso: 100kg
Pele: Vermelha / Cabelos: Pretos / Olhos: Olhos prateados


Background: Órfão
Personality Traits: Eu faço muitas perguntas. Eu Durmo com as costas na parede com todas as minhas coisas em meus braços.
Ideal: Eu vou provar que mereço uma vida melhor.
Bond: Minha cidade é a minha casa e eu vou lutar para defende-la.
Flaws: Ouro vale mais que dinheiro e eu vou fazer de tudo para consegui-lo.



Então aqui vamos a minha história, um conto sobre Irilath Von Hausen, filho mais novo e sucessor da casa Hauzen, bom pelo menos eu era, até ser expulso de casa aos 3 anos de idade após a morte de minha mãe, bem já era de se esperar uma vez que minha família era bem conservadora e com a morte de meu pai logo depois do meu nascimento a única pessoa que ainda garantia minha presença naquela casa, não por falta de amor claro, mas sim por um profundo ódio contra min e meu pai. Veja bem, minha mãe era humana e acima disso era nobre, mas casou-se em segredo com um Tiefling, aquela raça com o rabo pontudo, os chifres e os olhos esquisitos que possuem o sengue de Asmodeus Lorde dos nove infernos, mas quem sou eu para falar, já que herdei o sangue dessa mesma raça. Imagine só um Tiefling a criatura mais temida pelos humanos vivendo em uma casa nobre, é claro que jamais daria certo.
Não sou um Tiefling tão chamativo como a maioria dos outros, pelo menos eu gosto de pensar que não, mas sempre que as pessoas olham dentro dos meus olhos prateados, ou para os meus chifres de carneiro... Bem, digamos eu não recebo muitos elogios, mas também quem precisa desses pedaços de carne a maioria são um bando de covardes, fracotes e ignorantes, digo a maioria pois conheço alguns que são até meio descentes como Higan. Ele era um garoto um pouco mais velho que eu que cuidou de min quando minha família me abandonou nas ruas de Water Deep, ele me ensinou a roubar, a ler e escrever e a nunca confiar em ninguém e acho que foi dele que peguei essa minha mania de fazer perguntas o tempo todo, ele era bem curioso e teria dado um bom estudioso se ainda estivesse vivo.
Ficamos juntos até meu aniversário de 10 anos, quando ele foi tentar me roubar um pedaço de queijo para o meu aniversário e acabou sendo pego, sei que o levaram para um calabouço, mas nunca mais ouvi falar dele a única lembrança que ele me deixou foi uma bugiganga que ele olhava o tempo todo antes de dormir, uma espécie de esfera d'água com um peixe dourado dentro que fica rodando sempre no sentido horário, para ser sincero nem sei como esse peixe ainda está vivo, já tem quase doze anos e ainda permanece firme e forte sempre nadando em sentido horário. Não sei porque, mas sempre que me sinto sozinho, ou triste eu volto a olhar para aquele peixinho circulando e isso sempre me acalma.
Depois que nos separamos eu rapidamente aprendi o valor do ouro, a coisa é, o ouro vale muito mais do que o dinheiro e somente os que sabem disso são dignos de riqueza, acho que foi naquela época que eu decidi que juntaria todo o ouro que eu pudesse e usaria para provar a todos ao meu redor, principalmente para aqueles que até hoje me julgam pela cor da minha pele.
Foi ai que passei a dormir com todas as minhas coisas entre meus braços e com as costas viradas para a parede, vocês não fazem ideia de quantas vezes eu tentaram me esfaquear pelas costas ou me roubar enquanto eu dormia, existem muitas almas desesperadas naquela cidade tentando sobreviver, mas não me levem a mal Water Deep é meu lar e eu faria qualquer coisa para protege-la e foi justamente por isso que me juntei a guarda da cidade por dois anos e aprendi o básico de luta corpo a corpo, acho que isso foi quando eu tinha aproximadamente 17 ou 18 anos, eu sempre achei que meu caminho para sair da pobreza seria uma carreira na guarda, aonde eu cresceria para me tornar um general do exército ou qualquer que seja um daqueles cargos importantes que ganha bastante ouro como pagamento, entretanto foi lá aonde eu encontraria minha morte ou melhor dizendo minha quase-morte.
Foi durante uma tentativa de invasão na cidade, para ser bem sincero eu não sei bem quem ou o que tentou invadir a cidade aquele dia só sei que logo no início eu fui atingido por uma magia que tinha como alvo um cara a minha direita e me deixou completamente inconsciente.
Eu acordei alguns dias depois dentro da floresta de Ardeep, com a cabeça no colo de uma mulher incrivelmente maravilhosa, ela tinha alguns traços de Tiefling pude perceber, mas poderia se passar facilmente por humana se quisesse. Minha cabeça ainda doía, não conseguia lembrar de nada do que acontecera depois da batalha e mal conseguia mexer meu corpo, mas consegui movimentar minha boca o suficiente para perguntar quem era ela e o que eu estava fazendo naquele local. Samirah então me explicou que este era seu nome, que estávamos realmente em Ardeep como eu já havia suspeito e também que ela era uma Succubi ou Succubus como são conhecidas pelos humanos, que havia salvado a minha vida depois de me encontrar caído no campo de batalha.
Ela cuidou de meus ferimentos e me alimentou com sopa enquanto eu estava desacordado, o que achei muito estranho, pois já havia ouvido falar sobre esse tipo de demônio e nunca tinha ouvido uma história deles fazendo qualquer coisa que não fosse de seu próprio interesse, então perguntei o porque daquilo tudo. Sua resposta foi simples e curta "Porque eu estava entediada" ela disse "E acho que você será uma distração bem interessante." completou. Quando eu pensava que não diria mais nada ela continuou "Sabe Irilath Von Hauzen, você tem uma sede por poder e para provar a si mesmo, eu senti isso e foi isso que te trouxe até min." "Eu quero lhe fazer uma proposta, mas pense bem pois só terá uma chance de responder." "Seja meu aprendiz, eu lhe darei todo o poder e conhecimento que você tanto deseja para provar a si mesmo e em troca, você será meu, poderá viver sua vida como bem desejar e fazer o que bem entender, entretanto quando eu chamar você não terá escolha se não responder".
Pode não parecer para vocês, mas não foi uma decisão tão difícil assim de tomar, poder e conhecimento sempre foram as coisas que eu mais busquei, por isso minha obsessão por ouro e um simples sim bastou para que minhas ambições se tornassem plausíveis. Uma fome por conhecimento tomou meu corpo desde aquele dia e eu me tornei insaciável, pequenos estudos e pesquisas já não adiantavam de nada, eu precisava do saber e do poder, tanto quanto precisava respirar. Então decidi sair pelo mundo buscando conhecimentos antigos sobre magia e batalhas para aprimorar minhas habilidades e aqui estou eu a 21 anos na Cidade de....

Thorin - o "Meio Clerigo" de Moradin

Raça: Anão da Montanha / Classe: Guerreiro / Gênero: Masculino
Alinhamento: Neutro e Bom / Altura: 1,20m / Peso: 68kg
Pele: Bronzeada / Cabelos: Pretos / Olhos: Castanhos


Background: Soldado - Oficial
Personality Traits: Sempre educado e respeitoso. Sou assobrado por memorias da guerra e não consigo tirar essas memorias da cabeça.
Ideal: Não vale apena matar ou ir para a guerra por ideais.
Bond: Alguém salvou minha vida em batalha a partir desse deixarei ninguém para trás.
Flaws: Pouco respeito por qualquer um que não se prove ser um guerreiro.


Nasci em Adbar, um dos vilarejos de mais fortes ao norte de Amn, um poderoso forte militar os anões dela vivem no subterrâneo, em quilômetros de corredores retorcidos e pequenos. A cidadela na superfície é um dos vilarejos mais poderoso ao norte de Amn, e resistiu a quase uma centena de grandes ataques orcs ao longo dos séculos. Alcançar Adbar é uma tarefa árdua: as caravanas mercantes geralmente viajam através do subterrâneo do salão de Mitral ou Mirabar. E elas realmente chegam, para abastecer os anões com frutas e vegetais que crescem na superfície, em troca de metais ou itens de qualidade forjados por mãos anãs. Vivi muito tempo de minha vida neste forte. Filho de um ferreiro bem-conceituado, não apenas no vilarejo, mas em várias regiões. Tão bom que era meu pai em sua função. Ele fornecia materiais de guerra para a milícia da cidadela, armaduras e armas. Eu sempre me orgulhei dele e buscava seguir seus passos como de costume: filho de ferreiro, ferreiro será. Ele me ensinou os mistérios do aço e do ferro, seus segredos desde uma simples adaga até a maior espada.
Como meu pai fornecia equipamentos e estava constantemente trabalhando, eu acabava fazendo as entregas nos campos de batalha. Escapei de muitas emboscadas e roubos, acabei conseguindo adquirir extrema habilidade sobre carroças e charretes. Como passatempo dos soldados era jogar dados e contar suas histórias, e eu gostava de suas histórias, ficava os ouvindo e os vendo jogar. Eles acabaram me ensinando a verdadeira essência dos dados e acabei pegando gosto pelo jogo.
Certo dia estava fazendo uma entrega saindo de Adbar e me deparei com uma situação: em um beco havia 5 homens, com escuridão em seu olhar, cercando um homem que parecia indefeso. Pelo que eu podia notar, estavam decididos a matar aquele homem. Eu não podia ficar ali assistindo tudo e, sem pensar duas vezes, peguei um escudo, que era o que tinha mais próximo de mim, e fui por traz do último. Sem que ele percebesse, bati com o escudo na nuca dele ao mesmo tempo em que chutava sua perna quando notei que ele estava com uma adaga na mão. Como tudo foi tão rápido, bati mais uma vez com o escudo e, junto com o impacto, um grito “AHHHHHHH!!”, e então ele desmaiou. Peguei aquela adaga e, ao mesmo tempo, os 4 companheiros dele se viraram para mim, mas algo aconteceu. Algo que meus olhos quase não conseguiram acompanhar. Aquele homem que parecia tão indefeso, com um pulo derrubou dois homens no chute ao mesmo tempo que puxava a espada de um deles. Os outros dois acabaram se assustando e olhando para ele quando eu aproveitei o momento e cravei a adaga no pescoço de um e pulei para trás, e a adaga ficou presa no corpo do bandido. Eu estava assustado, pois ainda não entedia o que estava se passando. O homem deu uma rasteira no último bandido que se encontrava de pé e, antes dele tocar o chão, o homem girou a espada no ar e ele caiu com a cabeça dividida do corpo.
Aquele homem veio em minha direção. Dei dois passos para trás e ergui meu escudo. Ele falou: “Tenha calma grande guerreiro”, arrancando a adaga do pescoço do bandido que eu tinha matado. Ele me entregou a arma e disse para eu guardar, como um símbolo de minha coragem. Qual o nome desse guerreiro que acaba de salvar minha vida?
Eu comecei a falar ainda pasmo pois não estava acreditando no que acabara de acontecer.
– Desculpe, mas não sou um guerreiro, sou filho de ferreiro e, como sina, irei me tornar o mesmo.
Ele olhou bem em meus olhos, apontando sua espada para mim e falou:
– Você pode não ter um status de guerreiro, mas você tem a alma e sangue de um. Você não nasce ferreiro, você se torna. É a mesma coisa como guerreiro. Como prova de minha gratidão e reconhecimento, gostaria que participasse da milícia do meu clã. Te ensinarei a lutar e usar o equipamento que você produz.
– Mas como acha que vão deixar você me treinar?
– Eu sou o Líder da milícia da cidadela, com uma forte influência nas milícias locais.
Quando fui contar ao meu pai que iria entrar para a milícia, seus companheiros e nossos vizinhos riram de mim. Disseram que eu não conseguiria, pois era ferreiro. Eu falei que o que importava eram as virtudes. Eles riram ainda mais. Desde então eu não respeito qualquer um que não prove ser um guerreiro.
Após 4 anos de muito treinamento, o líder da milícia veio até mim e disse:
– Hoje é seu dia. Está pronto?
– Pronto para que? – Eu perguntei.
– Para, junto a mim, irmos para as guerras!
Finalmente iria pôr em pratica tudo o que tinha aprendido. Naqueles quatro anos de muito esforço e dedicação acabei me tornando, não só seu melhor aluno, mas ele também se tornou meu melhor amigo.
Como em minha primeira guerra, me via como algo insaciável, empolgado por meses lutando pelo meu clã, fiel ao meu líder.
Por anos batalhando, sem sequer notar que o tempo passava rapidamente, fui adquirindo experiência, subindo de posto na guerra, e acabei atingindo o posto de oficial, pois acorreram muitas baixas guerreiros graduados e, pela experiência e habilidade que tinha, fui sendo promovido até atingir meu status atual.
Ficamos meses sem o comboio de suplementos conseguir chegar até nós, e acabei tento por necessidade aprender a sobreviver sem uma boa alimentação e com o que o terreno nos oferecia.
Muitas vezes em sonhos acabava observando e analisando varias estratégias, buscando cada vez mais aprimorar meus conhecimentos nos campos de batalhar, estudando tipos de emboscadas e envenenamentos. Como nossa imunidade era baixa por má alimentação, ficávamos comendo muitas ervas que eram usadas para fazer veneno, mas com a dose certa e uma quantidade precisa, e a combinação com outras coisas acabava servindo de alimento e consequentemente acabamos adquirindo uma certa resistência a vários tipos de venenos.
Certo dia, meu pai estava indo nos levar equipamentos novos e buscar os quebrados para reparo, quando foi emboscado. Como de costume, fui encontra-lo. Ao me deparar com aquela situação, sem pensar pulei para tentar protege-lo. Eles estavam em 4 e conseguiram nos render. Estavam com uma capa preta e um capuz.
Quando um deles avançou para nos matar, algo de estranho aconteceu. Um homem que estava no meio, um pouco mais atrás dos outros 3, atacou um deles. Dois se viraram para ataca-lo, e os outros dois vieram para cima de nós, quando um dos bandidos veio para cravar a espada em mim, meu pai entrou na frente. Sem pensar, peguei sua picareta, que estava na charrete, e cravei uma das pontas na cabeça do agressor. O homem de capuz, que estava nos salvando, atacou e matou os outros.
Estávamos apenas nós três: eu, o homem que nos salvou e meu pai, morrendo em meus braços. Ele falava que eu era o orgulho dele, que jamais sonhou que eu chegaria a ser quem eu era. Naquele momento, cheguei à conclusão que não vale apena matar e ir para a guerra por ideias, pois esses ideais consumiram o que eu tinha de mais valioso. Minha única família.
Aquele homem que me salvou, pegou-me pelo braço rapidamente e disse tínhamos que sair dali. Fomos para uma baixada e logo chegaram mais homens de capuz. Desmaiei como num passe de mágica, acordando e vendo apenas um cubo de uma polegada com 6 cores sobre meu peito. Ao me levantar e ir verificar meu pai peguei sua picareta, que eu havia deixado ao seu lado enquanto o abraçava. Chegando em casa, fiz dela minha nova arma, com umas adaptações para a guerra e, por meu pai ter se sacrificado por mim, prometi no tumulo dele que jamais deixaria alguém para trás.

Haink - o Bardo popular


Raça: Meio-Elfo da Floresta / Classe: Bardo / Gênero: Masculino
Alinhamento: Caótico e Bom / Altura: 1,85m / Peso: 80kg
Pele: Caucasiana / Cabelos: Loiros / Olhos: Azuis-celeste

Background: Artista - Poeta
Personality Traits: Eu sou um romântico incorrigível, sempre em busca daquele “alguém especial.” Ninguém fica com raiva de mim ou perto de mim por muito tempo, já que eu posso acabar com qualquer tipo de tensão.
Ideal: Eu gosto de ver os sorrisos nos rostos das pessoas quando eu atuo. Isso é tudo que importa.
Bond: Meu instrumento é meu bem mais valioso e ele me lembra de alguém que eu amo.
Flaws: Eu, certa vez, satirizei um nobre que ainda quer minha cabeça. Foi um erro que eu provavelmente repetirei.

Característica - Pela Demanda Popular
Você sempre encontra um lugar para atuar, geralmente em tavernas ou estalagens mas, possivelmente em circos, teatros ou até em cortes nobres. Em tais lugares, você recebe alojamento e comida modesta ou de patrões confortáveis, de graça (dependendo da qualidade do estabelecimento), contanto que você atue a cada noite. Além disso, sua atuação torna você um tipo de figura local. Quando estranhos reconhecerem você em uma cidade em que você já tenha atuado, eles geralmente gostaram de você.


- Nascido em uma pequena vila, Haink é o primeiro filho de Hermond, um alfaiate humano e Hedonê, uma elfa caçadora. Recebeu todo o carinho e amor que pôde de seus pais, nunca se quer sentiu um pingo de tristeza. Muitas das crianças da vila gostavam dele, era um garoto animado, hiperativo, divertido, até os adultos se sentiam mais jovens quando Haink ia visitá-los. Logo ele conheceu um sério e quieto meio-drow e um humano muito estudioso, desde que se lembra, os três sempre estiverem juntos. Haink andava para todos os cantos com seu ukulele que havia ganhado de sua mãe no momento que nasceu, boatos na vila dizem que ele aprendeu primeiro a tocar do que andar. Cresceu ao lado de seus dois amigos, e parece ter adquirido algum gosto pela arte da pontaria, provavelmente vindo de sua mãe.
No seu aniversário de cinco anos, ele recebeu uma das notícias que que o mais faria feliz de todos os tempo. Seus pais comentaram que Hedonê estava grávida, e mais até do que ambos, ele estava ansioso para ter um irmão ou uma irmã, parecia mais pronto e preparado que seus pais para cuidar dele ou dela. E assim foi, nove meses no futuro... por complicações no parto, Hedonê deixou seu marido, filho e agora, filha, por complicações... Alexandria era o nome dela. E por mais frio que possa ter parecido para os outros, Haink não chorou na morte de sua mãe, porque ela sempre insistia que queria vê-lo sorrindo, e assim seguiram-se os anos.
Conforme Haink crescia, ele adquiria mais e mais vontade de viajar pelo mundo. Quando andarilhos chegavam na vila contando histórias do outro lado do mundo, Haink arregalava os outros e se tornava ignorante a todo o cenário a sua volta que não fossem os contos. Era tudo tão maravilhoso, tão interessante...
Mas nem tudo foram flores, certo dia, menos de uma semana antes de completar oito outonos de vida, fora cercado por um grupo de crianças mais velhas que começaram a tirar sarro do "Amigo do garoto cinza", era certo que falavam do garoto meio-drow com o qual cresceu junto. E sem dó nem piedade, o espancaram para ver se o garoto "aprendia a virar amigo de gente normal", ele não se importou muito com isso, afinal, nao foi pior que a vez que ele caiu da cachoeira porque tentou pegar uma borboleta que sua irmã queria, mas... pela primeira vez na sua vida ele não conseguiu se conter e uma lágrima rolou em seu rosto quando viu alguns deles destruíndo o tão precioso instrumento que sua falecida mãe havia o dado. Parece que toda a tristeza que ele havia guardado durante todos esse anos saiu e pesou sobre todo o seu corpo.
Só que, nada além disso mudou na sua vida. Ele continuou amigo de todas as pessoas que ele encontrava, o único problema é que ele ficava extremamente mal ao ouvir qualquer instrumento de corda. Ele sabia que sua mãe não iria o querer ver assim, então decidiu uma coisa por si só. Passaram-se alguns anos, e agora beirando os onze, de moeda de cobre em moeda de cobre ele juntou dinheiro o suficiente para comprar um alaúde de um mercador que passou um dia pela cidade. Com um de seus amigos tendo ido para uma grande cidade de estudiosos, ganhou algum reconhecimento com os estudos que havia feito. E com o chegar da pré-adolescência, o seu outro amigo meio-drow passava o dia sendo emo, ele começou a praticar todos os dias, a ponto de não conseguir mais sentir qualquer músculo de sua mão. Com isso seguiram-se dois anos e Harmond havia decidido mudar seus negócios para uma cidade grande, seria capaz de providenciar uma vida melhor para os três.
Longos meses se passam, e Haink um dia se vira para seu pai e lhe diz que decidira viajar pelo mundo. Receoso, mas com todo o apoio que pôde dar, ele permitiu que o filho fosse, contanto que ele voltasse para casa pelo menos uma vez por ano.

- E assim foi, Haink conseguia o suficiente para manter uma vida confortável, conheceu todos os lugares que sempre desejou, mas ele queria mais, ele queria saber todos os segredos do mundo, ele sentia vontade de entender o porquê das coisas. E constantemente acaba entando em confusão por conta disso. Mas esse é quem ele é.
Sendo caçado por reis e principes por tentar seduzir suas filhas e amadas, amado por todos os donos de taverna que ele passava por aumentar sua clientela, se via um senhor tendo dificuldade em colher trigo ele se oferecia para ajudar. Mas acima de tudo, ele deveria se manter vivo e livre, não quer imaginar seu pai perdendo outro membro da família.



Extra Background
- Ele se importa um pouco com todas as pessoas não más que ele conheceu.
- Ele prometeu uma vez por ano, que ele iria visitar seu pai e sua irmã.
- Mesmo que amigos de infância, o meio-drow não o considera mais um amigo, mas Haink ainda o considera um de seus melhores amigos.
- Ele venceu uma competição de estilingue quando tinha oito anos.
- Sua irmã é cinco anos mais nova que ele.
- Ele ama seu sedoso e brilhante cabelo loiro esvoaçante.
- Ele não gosta de brigar, mas acha ridiculamente divertido tanto assistir quanto participar.
- Seu alaúde contém uma carta e uma imagem que lhe foi dado por seu primeiro amor, uma princesa ruiva de um reino distante.
- Ele sabe amarrar cordas em uma cama, mas não sabe desamarrar.
- Ele é odiado por muitos reis e principes por "roubar" suas filhas e amadas por alguns dias. O quê eu posso dizer? Ele está sempre em busca do amor verdadeiro.
- Ele tem várias marcas de arranhão nas costas. ( ͡° ͜ʖ ͡°)
- Ele frequentemente se pega [spacing out / daydreaming] sobre coisas aleatórias, na maior parte do tempo sobre músicas ou poesias.
- Ele adquiriu uma resistência muito alta ao alcool, precisando de litros de bebida para ficar no mínimo alegre.
- Ele não é orgulhoso, mas sempre finge que sabe fazer algo quando na verdade não sabe para se mostrar.
- Ele conta com a sorte mais do que deveria.

Arthanis - A elfa da lua

Raça: Elfa da Lua / Classe: Ranger / Gênero: Feminino
Alinhamento: True Neutral / Altura: 1,68m / Peso: 50kg
Pele: Branco-azulada / Cabelos: Prata / Olhos: Azuis

Background: Heremita
Personality Traits: Eu me sinto mais a vontade ao lado de animais do que de pessoas. Eu não coloco fé em pessoas ricas ou bem-educadas. Isso não os salvarão da fome de um urso-coruja.
Ideal: Os mais fortes são destinados a governar.
Bond: Sou a última da minha tribo, e cabe a mim garantir que seus nomes entrem nas lendas.
Flaws: Lembro-me de todos os insultos que recebi e nutrir um ressentimento em silêncio em relação qualquer um que já me injustiçou.



A lua brilhava sozinha naquela noite, mais parecendo um sol prateado, iluminando toda a floresta de Hullagn, longe da civilização e dos confortos da cidade. Animais cantavam para a lua, fazendo um coro assustador para quem não fosse habituado a noite na floresta. Junto a esses sons, ecoava também um forte choro. Pouco depois um suave som foi invadindo a floresta, diminuindo gradativamente os demais, era a melodia da flauta anunciando o nascimento de um novo membro da pequena tribo de élfos da lua que ali morava.
Sua infância foi repleta de ensinamentos, não só dos elfos, mas também dos animais, dos quais passava horas e horas do seu dia entre eles. Sempre curiosa e atenta, Artanis observava tudo ao seu redor silenciosamente. Neste período não teve nenhum contato com povos estrangeiros, ninguém entrou ou saiu de Hullagn por um longo período antes de seu nascimento e durante sua vida na tribo.
Seu povo mantinha vivo toda sua lenda, e a cada historia que aprendia Artanis completava mais um pedaço de seu mapa, que imaginava detalhadamente em sua mente. Com isso ela desenvolveu uma grande memória geográfica. Tempos depois ela insistiu para aprendeu novos idiomas para enriquecer seu conhecimento sobre as lendas de seu povo. As personagens mais freqüentes eram de Drows e Gnomos das profundezas, e foram por essas criaturas que ela começou seu aprendizado. Com as leituras de livros antigos, Artanis aprendeu também a distinguir seus rastros, aparência, idioma e hábitos. Não satisfeita aprendeu também o idioma dos Orcs e Globlin.
As lendas não só a incentivam a aprender coisas que nunca havia visto, como também era inspirada por seus heróis, e imaginava se um dia seu nome estaria em canção. O seu preferido lutava bravamente com um arco longo, e mais que depressa se dedicou em aprender a manuseá-lo. Não demorou muito para se tornar uma excelente caçadora, principalmente por conhecer tão bem os movimentos dos animais, não era difícil prever seus movimentos e fazer sua fecha alcançar seu alvo.
Eram tempos de paz, e nada acontecia de ruim em sua tribo. Até que Artanis começou a notar vultos estranhos. Chegou até a comentar com os anciões de seu povo, mas nenhum a levou a serio, afinal era uma jovem élfa que não conhecia o mundo alem de sua imaginação. Isso a deixou furiosa, e mesmo que não tivesse certeza do que viu foi investigar, pois mesmo que não fosse o que ela pensava, tinha certeza que não era um dos animais que conhecia.
E foi então que sua busca começou, a as pistas que encontrava só dava mais certeza do que acontecia - Drows e Gnomos estavam juntos observando seu povo e isso não era bom sinal. Voltou para os anciões para contar o que viu e foi ignorada novamente, principalmente por eles estarem ocupados com a celebração de Solonor Thelandira, que aconteceria naquela noite. Artanis sentiu uma raiva inexplicável e saiu dizendo que aquilo era um grande erro. Foi pra o meio dos animais com seu arco e sua flauta para se acalmar e refletir no que poderia fazer. Se recusava a ir para a celebração com esse perigo e resolveu ir em busca dos drows e gnomos. Ao chegar nas profundezas achou apenas um Drow de vigia, e o atacou pra investigá-lo. Infelizmente já era tarde, e o ataque já estava acontecendo naquele momento. Ela correu o mais rápido que pode em direção a sua tribo, mas o massacre já havia acontecido. Encontrou um ancião ainda vivo, que pediu desculpas por não ter acreditado nela, mas na sua cabeça só ouvia o pensamento "eu avisei, eu avisei, eu avisei". Mas era seu povo, e sua raiva desapareceu dando lugar a tristeza. Desde então seu lema foi ficar forte, pois só eles são destinados a governar, e que levaria o nome de sua tribo para as lendas.
A partir deste momento, Artanis Alode'Dwa se dedicou a defender a floresta e os animais, e suas habilidades chamou atenção de um ranger, que se dedicou a ensinar ainda mais sobre animais e a arte do arco.

Balasar - O clérigo dragonborn


Raça: Dragonborn / Classe: Clérigo / Gênero: Masculino
Alinhamento: Bom e Neutro / Altura: 1,97m / Peso: 100kg
Pele: Escamas prateadas / Cabelos: Careca / Olhos: Vermelhos

Background: Eremita
Personality Traits: Eu conecto tudo o que acontece a um grande plano cósmico. Eu sou sempre sereno, mesmo em frete a desastres.
Ideal: Meus pertences devem ser divididos com todos. não servindo para uso pessoal.
Bond: Meu isolamento me deu conhecimento a um grande mal que só posso destruir.
Flaws: Eu deixo minha necessidade de vencer obscurecer meus relacionamentos e minha harmonia.

Nascido no Vale do Vento Gélido, Balasar Thava, era filho de Mothar, lider do clan Thava, outrora criado por dragões bons, hoje restando apenas seus descendentes, dragonborns de escamas metálicas, na sua grande maioria, os de tons dourado, prata e cobre. Este clã é responsável pela proteção dos templos dedicados à Bahamut e a proteção dos povos dragonborns que habitam a região do vale. Na vila onde vivem os Thava, existe uma entrada que leva as escadas, onde existe um grande templo, dentro do monastério, onde peregrinam todos os devotos ao deus menor. Na base da grande escadaria, existem duas estatuas de dragões dourados que sustentam um grande torii, que pela crença do povo local, divide o plano material do plano espiritual. Thava também é responsável por oferecer ao monastério, pequenos dragonborns que, para servir aos propósitos maiores, de sua divindade. Como qualquer entidade do clã, estas crianças sabem e reconhecem o esforço para com ele e Bahamut, como uma honra, aceitam e sentem-se honrados por terem sido escolhidos. Aos 3 anos, o pequeno dragonborn passa por um ritual de abandono, onde, por vontade própria, se desliga de qualquer bem material ou vinculo familiar, enquanto reflete sobre seus ideais, durante sua primeira grande provação, percorrer toda a grande escadaria, sem ajuda, podendo assim, se dedicar totalmente a devoção para com o monastério. Dos 3 anos aos 10 anos, eles devem ser instruídos sobre a grande batalha entre Barramut e Tiamat, adquirindo grande conhecimento em história e a grande conexão cósmica do mundo. Para os monges de Barramut, esta batalha simbolizava o equilíbrio natural, algo necessário, conectando tudo e todos. Esta energia cósmica também é conhecida por Ki, a energia que fluía em todos os seres. Alem disso, com intuito de ajudar o povo do vale, os pequenos monges adquirem conhecimento em ervas e medicina, podendo, durante seu treinamento, acompanhar monges mais velhos em suas viagens, auxiliando na procura ervas e na criação de remédios
Balasar fora um dos mais rápidos a superar a provação, mostrou grande facilidade em adquirir os aprendizados e mandamentos dos anciões, sendo um dos mais novos monges a iniciar seu treinamento em artes marciais. Seu desenvolvimento precoce o colocou em um treinamento isolado dos mais velhos ali. Mostrava força, resistência e agilidade, em seus movimentos, adquirindo proficiência em diversos tipos de armas simples e espadas curtas. Porém uma coisa incomodava seus mestres.
Após completar 10 anos, foi posto juntos aos monges de sua idade, que iniciavam seu treinamento e começou a mostrar traços negativos. Apesar de seu grande equilíbrio emocional, centrado e pacifico como a brisa que entrava pelas janelas semiabertas, apresentava o ar frio do vento das montanhas. Balasar se tornava uma poça de superfície turva, inquieto quando se sentia intimidado pela capacidade de alunos com mais experiência. Não aceitava sua “inferioridade”, quando em atividades de maior dificuldade.
Apesar de muita reluta por opiniões divididas entre os mestres, Balasar foi afastado de seus treinamentos e posto a trabalhar na cozinha junto a um humano, Kato, um senhor que aparentava ter seus 65 anos, com seus cabelos longos e grisalhos, postura já curvada pelos males da idade, mas se dedicava e ajudava como podia, dentro do templo, em troca de uma moradia temporária. Junto a Kato, passou dois anos trabalhando na cozinha, onde adquiriu conhecimento culinário e estudando os conceitos do mundo.
Por sua boa conduta, seus mestres acreditaram que adquirira sabedoria, após passar tanto tempo junto a aquele senhor, mas Balasar provou que não.
Em um torneio para definir o monge que iria peregrinar, atendendo aos propósitos de Bahamut, Balasar se mostrou muito preparado, mas falhou ao chegar nas finais do campeonato, onde teve de lutar com monges mais velhos e muito mais preparados. Isso o tirou totalmente o centro, fazendo com que Balasar mostrasse o que havia uma sombra em seu coração. Balasar não conseguiu meditar por meses, se achava digno e que a luta não fora justa. Dessa maneira foi decidido que, assim que completasse sua idade adulta, Balasar iria partir do templo, para buscar autoconhecimento e conforto para sua alma em um antigo templo, localizado na ponta da espinha do mundo. Acreditava-se que, para alcançar o templo, era necessário antes, encontrar a si mesmo. Esse caminho levaria anos.
E assim foi feito. Aos 15 anos, recebera alguns suprimentos partindo em busca de equilíbrio espiritual, percorrendo os picos gélidos da Espinha do Mundo onde colocou em pratica seus conhecimentos. Cruzou com vários povos e prestou serviços médicos, recusando qualquer dinheiro que fosse mais que o necessário, guardando para si apenas o suficiente para continuar sua jornada. Sempre que encontrava um santuário ou templo, ou mesmo pessoas necessitando, doava o dinheiro que julgava demais. Enfrentou pequenas criaturas junto a outros dragonborns e após três anos, chegou a base da espinha, onde existia um grande pico, o maior de todos. E a escalada demorou 6 meses, entre escalar, encontrar lugares seguros, contornar a montanha e voltar a escalar. Quando Balasar finalmente encontrou o templo, percebeu a energia que pairava no local. Não existia pessoas lá, mas aparentava estar vivo. O lugar todo emanava uma energia de vida. Bem no centro do templo, existia um círculo gramado, com arvores e animais, o que era estranho. Alem disso, apesar de estar rodeado por neve, o local era quente e acolhedor. Ali, Balasar entrou em meditação, passando mais 2 anos entre seus pensamentos e aquela sensação de paz. Nesse momento, ele já tinha 21.
Em uma manhã, Balasar sentiu uma sensação diferente da de antes. Ao sair do templo, em direção ao círculo, sentiu uma forte brisa gélida e percebeu que ali não existia mais nada, a não ser neve. Alem disso, o templo estava coberto por uma estranha tempestade. O lugas estava morto. Durante todo o tempo ali, nunca vira algo assim. E entre uma rajada e outra, Balasar viu um vulto se aproximar, crescendo e tomando forma. Algo enorme, mas em um instante, desapareceu, tão rápido que seus olhos não conseguiram acompanhar e a única coisa que sobrou daquela sombra, foi um pequeno objeto brilhante. Uma pena verde. Decidido a descobrir o que fora aquilo, Balasar abandonou o local e retornou o mais rápido que pode ao monastério, fazendo o percurso em 18 mesês. Dessa vez, já sabia o caminho e onde podia trilhar.
No monastério, seus mestres já o esperavam. Suspeitavam que algo tivera acontecido. E a estranha pena confirmava seus temores. O verde era uma das cores de Tiamat e algo ruim estava para acontecer. Então foi decidido que era necessário a intervenção de Bahamut, pois o mau não poderia reinar sozinho. Todos os monges que tinham idade suficiente para partir, foram enviados em uma direção. No caso de Balasar, ele deveria ir para Luskan, onde o caminho mais rápido seria passar novamente pela espinha do mundo, lugar que Balasar já conhecia e seria o mais apto.